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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Di Ferrero escolhe os pontos altos do Rock in Rio 2013


O vocalista do NX Zero, Di Ferrero, estava bem próximo ao palco Mundo, do Rock in Rio, para acompanhar o show de Bruce Springsteen, principal atração da noite deste sábado (21).




Segundo o cantor, é sempre interessante assistir a shows de grandes nomes da música, porém revelou que o ponto mais alto de tudo o que viu no festival foi os shows de Justin Timberlake e Metallica.

— Gostei muito do show do Sepultura, que tive a oportunidade de ver da mesa, do show do Metallica e do Justin. Sei que são coisas completamente diferentes, mas não procuro pelo estilo, mas, sim, se a música é boa ou não.



segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Conrado, fala sobre Turnê no Japão, shows no Hangar 110 e muito mais!


Fala Fil conversou com Conrado Grandino, Baixista do NxZero. No papo ele fala da Turnê no Japão, shows no Hangar 110, Carreira e muito mais!
Abaixo a entrevista exclusiva que Conrado concedeu ao Fala Fil.
O NX Zero tem 11 anos de carreira, o que não é muito fácil principalmente no caso de Banda que precisa conciliar interesses e objetivos de todos os componentes. Faça um breve resumo desses 11 anos.
Entre nós não mudou nada, pois sempre tivemos uma ligação muito forte uns com os outros, e quando se tem essa união de “família” e um objetivo em comum, não há nada que possa atrapalhar seus planos, principalmente se o seu trabalho é exatamente aquilo que você sempre sonhou… Acho que essa é a nossa maior conquista, viver daquilo  que amamos fazer.
Talvez por ter uma cultura completamente diferente da nossa, toda Banda tem vontade de tocar no Japão e vocês acabaram de voltar de lá. Como foram os shows no Japão? Como aconteceu essa turnê? Qual a receptividade que vocês encontraram por lá? Algum fato curioso?
Fomos até o Japão a convite do Marcos Milani, que é um produtor que é mais focado em levar artistas brasileiros para fora do Brasil, e a princípio, fomos para o Japão para fazer shows para a colônia brasileira que vive lá, e fomos muito bem recebidos
É o povo mais educado que tive o prazer de conhecer, e graças a Deus nossas expectativas foram superadas, a galera de lá é muito carente do Brasil, por isso eles fazem questão de comparecer aos shows por lá, pois pelo o que eles mesmos nos disseram, isso ajuda a matar um pouco a saudade de casa.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Programa Teencontro - NoCapricho 2012 com NXZERO

Confira a entrevista que o programa Teencontro fez com a banda durante o NoCapricho

sábado, 6 de outubro de 2012

Nxzero lança álbum Em Comum

A banda NX Zero volta a Natal no próximo dia 07 de outubro, domingo, às 19h, para lançar o novo álbum Em comum, no Teatro Riachuelo. Os integrantes do grupo também vão comemorar com os fãs potiguares o título de melhor grupo, recebido esse mês no Prêmio Multishow. Formam o NX Zero os músicos Diego Ferrero (vocal), Leandro Rocha (guitarra e segunda voz), Daniel Weksler (bateria), Conrado Grandino (baixo) e Filipe Ricardo (guitarra).
A atração, que já se apresentou em um dos maiores festivais de rock do mundo,  promete um show histórico com um repertório recheado de músicas novas, e claro, sucessos que lançaram a banda nacionalmente. Os três anos que separam o último trabalho de inéditas deste serviram também para que todos os integrantes do grupo  absorvessem diferentes experiências. 

domingo, 30 de setembro de 2012

Para Gostar de Música com Gee Rocha

O sexto episódio do programa "Para Gostar de Música" fala sobre as guitarras e seus heróis!

NX Zero lança primeiro disco de inéditas em três anos

Com doze novas músicas, "Em Comum" é quinto disco da banda e será divulgado em turnê com dois formatos diferentes de shows.

Vida de Celebridade - Nx fala qual o lado ruim da fama

Kelly Maria entrevista famosos no Oscar Fashion Days 2012 e cria uma celebridade instantânea.

Entrevista com o Nx em 2:44 e 3:23

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

NX Zero: “O novo disco mostra que amadurecemos com o nosso público”


NX Zero cresceu. Pelo menos essa é a impressão que se tem ao ouvir o vocalista Di Ferrerofalando sobre o novo trabalho da banda, “Em Comum” . “Trata-se de um disco que mostra uma cara diferente, explorando novos timbres, novas influências e novos temas para as letras”, diz o cantor, que é acompanhado nos palcos por Dani Weksler (bateria) , Caco Grandino (baixo) , Fi Duarte e Gee Rocha (guitarra).
Lançado em agosto, “Em Comum” conta com 12 faixas, todas compostas pela dupla Di e Gee, e traz como primeiro single a faixa “Maré”. “É uma música que fala sobre a frustração de não conseguir ser aquilo que você sonhava, mas não deixar a maré te levar pela vida. Acho que é uma das primeiras vezes que falamos de um tema mais sério em uma faixa de rádio”, diz Di Ferrero, que acredita que o amadurecimento do NX Zero tem trazido mais ouvintes para a banda.

Di Ferrero falou com o iG durante a apresentação da banda na Rádio Disney, durante as comemorações do Dia do Rádio , nessa terça-feira (25).
Para o vocalista do NX Zero, “O rádio é o meio que melhor divulga a obra de um artista. É algo a que as pessoas têm acesso todos os dias, no carro, indo pra escola, pro trabalho”.
Na entrevista a seguir , o homem à frente do NX Zero fala sobre o atual sucesso do rap, comenta o assédio dos fãs e afirma que não gostou das vaias ao Restart no VMB . “É muito feio quando isso acontece com um artista”, reclamou. 
O cantor também explicou mais sobre “Em Comum” e falou sobre o público de sua banda: “É bacana perceber que crescemos junto com eles. Antes, a galera pedia dinheiro para os pais para ir no show, hoje pagam o ingresso com o próprio salário”, comenta. Com a palavra, Di Ferrero:
iG: O que o “Em Comum” traz de novidade para o som do NX Zero? 
Di Ferrero: Para nós, é uma grande mudança, no bom sentido. Claro, a nossa essência sempre vai ser rock’n roll, acho que todo mundo já entendeu o nosso som. Mas nesse disco a gente pode colocar mais as nossas influências para fora.

iG: Que influências são essas? 
Di Ferrero: Tem o rock brasileiro dos anos 1980 e 1990, que nós todos ouvimos. Ultraje [a Rigor] ,Legião [Urbana] , Barão [Vermelho] , RPM , é uma escola para todo mundo. Acho até que fica feio ser um artista brasileiro hoje e não ouvir isso. Fora do rock, tem coisas com mais groove, tem Chico Buarque, Cartola, Zeca Pagodinho. São paradas diferentes que não têm a ver com o nosso som, mas fazem sentido quando fica tudo junto.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Entrevista do Nx para RollingStone

O NXZero esteve no Estúdio RS para falar sobre o novo disco, "Em Comum". Os meninos contaram sobre as mudanças pelas quais o grupo passou ao longo dos anos, da diferença que fez a mudança do frontman Di para o Rio de Janeiro e dos shows especiais que farão no fim do mês.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Entrevista com o Leandro


O FCO UNNAMED, junto com o jornal Hora de Santa Catarina, entrevistou o guitarrista Gee Rocha.
Nossa perguntas foram baseadas no que os fãs nos mandaram por twitter ou pelo facebook do Nação Nx Zero.
Confira a matéria que saiu no jornal de hoje:

Com 11 anos de estrada, a falta de nexo, afirmação que deu origem ao nome da banda paulista NX Zero, vem dando certo. Lançando seu sétimo disco, Em Comum, os cinco músicos, que já tiveram o estilo musical classificado como hardcore melódico, hoje dividem o som com rappers, fazem rock’n’roll e conseguem passar, tranquilamente, por uma banda pop. Pop e envolvente. O ritmo é mais lento e, conta o guitarrista Gee, "um disco para ser ouvindo a qualquer hora do seu dia". O rock, estilo que ajudou a construir a imagem da banda, continua nas canções.
A música Maré foi a primeira a ser lançada na internet, antes mesmo de o disco chegar às lojas. A ideia, segundo o guitarrista Gee, é mostrar a nova fase. Desde 2008, com o disco Sete Chaves, a banda não lançava um trabalho só com músicas inéditas. O Em Comum vem com 12 faixas totalmente novas. Voltando da turnê no Japão, além de divulgarem o novo trabalho, os garotos abraçaram o projeto set List – shows menores, em que o público faz a seleção de músicas. Confira os principais trechos da entrevista com Gee.


Como vocês avaliam esses 11 anos de estrada?

Gee Rocha - Na verdade, a gente nunca teve pretensão de nada. Vivíamos aquilo intensamente. Quando assinamos com o Rick Bonadio (empresário e produtor), em 2006, ficamos deslumbrados.  Sonhávamos em ter uma banda para se divertir. No final das contas, estamos até ganhando dinheiro. Quando subimos ao palco, estamos sempre prontos para tocar.


Sobre o novo trabalho, das 11 faixas inéditas, qual música vocês acham que será o carro-chefe?

Gee - A Ligação é a mais pedida. Maré é a mais especial, tem uma lado muito conceitual. É uma linha que estamos trazendo para o NX Zero.


Como foi formado o repertório do disco novo?

Gee - Optamos por fazer referência à fase que estamos vivendo, às músicas que estamos ouvindo. Então, não seríamos nós se fizéssemos um CD porrada. Acho que é um disco que você pode ouvir a qualquer hora do seu dia.

Como foi a escolha da arte de capa do novo trabalho?

Gee - Tenho um amigo que é artista plástico, o Flávio Rossi. Eu perguntei se ele poderia fazer uma arte para o Nx Zero. E depois de ouvir o trabalho, fez a arte. “Foi nisso que deu”, disse ele. A “pira” é dele, eu nem quis saber o que era (risos).


Como foi a experiência de se apresentarem no Japão?

Gee - A primeira vez a gente nunca esquece. Sempre quisemos tocar fora, mas nunca pensamos que seria possível. Ai fomos convidados para tocar lá. No aeroporto, já tinha imprensa e fãs. Foi muito legal. A primeira apresentação foi em Hamamatsu, depois em Nagoya. Lotou. O último, foi um show acústico, em Puma. Mesmo sem falar japonês, a gente acabou trocando uma ideia com a galera.



Matéria Nx na CAPRICHO


O NX é capa da Capricho dessa quinzena, confira trechos da entrevista:

Como foi tocar no Japão?
Di: Incrível! Antes de ir, ficamos sabendo que a cantora Kyoko Honda, que é de lá, fez uma versão em japonês de Cedo ou Tarde. Ela cantou com a gente em um dos shows e foi demais!
Dani: o melhor foi descobrir que Cedo ou Tarde bomba no Japão. Toca até na rádio, a versão em Português mesmo.

Vocês foram para a balada de lá?
Di: sim! No meio da noite, meu dinheiro acabou e eu comecei a pedir emprestado, em japonês mesmo, que foi uma das únicas coisas que aprendi a falar. Mas conversei muito tempo com dois japoneses e eles foram legais e me emprestaram!
Caco: ei, como assim? Fui eu que te emprestei dinheiro nesse dia.
Di: Sério? Você também? (risos)

O que mais marcou vocês na viagem?
Gee: foi legal andar de trem-bala. Ele é muito rápido, vai a 300 km por hora. Viajamos nele numa segunda cedo. A galera estava indo trabalhar e a gente causando! O Di não parava de gritar que era rápido demais. Quando chegamos a Nagoya, a cidade para onde estávamos indo, ele ficou tão feliz que até beijou o chão. (risos)

Vocês compraram alguma coisa?
Gee: eu queria muito um guarda-chuva transparente, as toda vez que falava isso pra alguém a pessoa ria. Só depois descobri que esse guarda-chuva é de graça no Japão...
Fi: eu comprei um carregador de celular por energia solar. É só deixar no sol que ele carrega!

Vocês já tem mais de dez anos de banda. Tem alguma coisa que faziam antes e sentem vergonha hoje?
Di: tudo! (risos) Mas meu cabelo... Por que eu usava daquele jeito?!
Gee: e eu loiro? Eu gostava, mas obviamente não combinava comigo.
Caco: uma vez toquei usando uma camisa laranja. Ninguém falou nada na hora, mas quando saí do palco, o Diego só olhou pra mim e perguntou: "Cara, você gosta mesmo dessa cor?".
Di: eu só estava pensando no bem da banda! (risos)

A entrevista na íntegra você confere na revista Capricho dessa quinzena.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

'O mais legal foi poder se divertir com os moleques', diz Di Ferrero sobre shows no Japão

Di cantando com a fã japonesa Kayoko Honda, que traduziu ‘Cedo ou tarde’ Foto: Equipe NX Zero
Di cantando com a fã japonesa Kayoko Honda, que traduziu ‘Cedo ou tarde’
RIO - A rotina dos meninos do NX Zero anda cheia de novas emoções. Além de terem acabado de lançar o novo CD, “Em comum”, eles voltaram da primeira turnê da banda pelo Japão. Foram três shows (nas cidades de Hamamatsu, Nagoya e Gunma) e, ao todo, sete dias no país. O grupo paulistano ainda aproveitou para dar uma passadinha em Tóquio.

Segundo o vocalista Di Ferrero, 90% do público presente nos shows era brasileiro, mas havia também alguns japoneses. Os rapazes, inclusive, encontraram por lá uma japonesa que é super fã da banda! A moça, chamada Kayoko Honda, é tão apaixonada pelos brasileiros que fez uma versão em japonês da música “Cedo ou tarde” e colocou no YouTube. Os integrantes do NX ficaram sabendo do cover e quiseram conhecer a garota. Mas as surpresas para a fã de olhos puxados não pararam por aí.
- Chamamos a Kaoko ao palco para cantar a versão em japonês de “Cedo ou tarde”, lá em Hamamatsu. Por isso esse foi o show mais especial - conta Di, que cantou para cerca de mil pessoas em cada apresentação.

Esses shows, inclusive, fizeram o NX Zero voltar ao tempo em que era uma banda iniciante, que tocava para públicos pequenos - no Rock in Rio 2011, por exemplo, eles tocaram para 100 mil pessoas!
- Lembramos muito da época em que éramos independentes. A equipe que viajou com a gente diminuiu de 20 para sete profissionais - lembra o cantor. - Fora isso, foi como fazer show no Brasil. A galera cantou junto, e até chegamos a dar autógrafos na rua, para alguns brasileiros que moram lá e nos reconheceram. Só que o mais legal foi poder se divertir com os moleques. Muitas vezes esquecíamos que éramos uma banda e apenas curtíamos como amigos.

Nas andanças pelo Japão, é claro que os menino do NX experimentaram algumas iguarias exóticas, como grilo com chocolate, mas teve também coisa muito pior...
- Meu estômago embrulha só de lembrar - comenta Di, antes de tomar coragem para contar: - Num dos restaurantes que fomos, serviram, junto com os sushis e sashimis, um outro tipo de carne, que não sabíamos o que era. O Daniel [baterista] e o Filipe [guitarra] mandaram para dentro! Mais tarde, ficamos sabendo que aquilo era fígado de porco cru!

Indigestão à parte, Di Ferrero conta que chegou a assistir a alguns shows de rock bem bacanas no Japão, como o da banda X-ile. E a única palavra que aprendeu em japonês foi “biro”, que quer dizer “cerveja”.

Fonte: oGlobo




NX Zero realiza sonho e dá início a nova fase


Confesso que ao dar o play no “Em comum”, o novo disco do NX Zero, não achei se tratar do material dos mesmos caras que lançaram, há dez anos, “Apenas um olhar” e caíram no gosto do público com as emblemáticas “Razões e emoções” e “Pela última vez”. Os riffs mais pesados foram deixados de lado e as letras melancólicas estão mais adultas.
“Foi um amadurecimento natural, e ficamos felizes com essa mudança”, disse o guitarrista do grupo Filipe Ricardo, o Fi, por telefone em uma entrevista exclusiva ao Vestiário, e completou, “depois que lançamos o Ao vivo, ficamos bem satisfeitos, mas um espaço vazio se abriu, e cada um olhava pra cara do outro e se questionava do que faríamos a partir dali”. Fica claro que para o grupo que “Em comum” é um novo momento, ou, nas palavras do músico, “o primeiro passo nesses dez anos de carreira”.

NX Zero
Foto: Divulgação

Algo que chama atenção à primeira vista é a capa do material, assinada pelo artista plástico Flávio Rossi. “O bacana do resultado é que cada pessoa sente uma coisa diferente ao vê-la”, explica Fi. “Cada rosto tem uma expressão forte, e a do meio é mais serena”, analisa.
A primeira faixa de “Em comum” é a cheia de referências “Sem hora pra voltar”. Logo nos primeiros versos, Di já avisa: “Hoje quero esquecer e acordar na cama errada, sem desculpa e nem ressaca, tipo aquele som que o Zeca [Pagodinho] diz deixa a vida me levar”. E é isso! O som do NX Zero agora é descompromissado, alegre e, o melhor de tudo, um pouco mais maduro e pronto para ir além do que nos acostumamos a esperar.
“Maré”, o primeiro single do material”, vem em seguida e, nas palavras do guitarrista, resume bem o clima do disco todo, com direito a um solo de guitarra que lembra John Frusciante, ex-guitarrista do Red Hot Chili Peppers, um grande ponto focal. “Além do Red Hot, temos o Foo Fighters como inspirações e o Pearl Jam, uma banda lendária que se superou várias vezes”, justifica.
Ainda sobre o Red Hot Chili Peppers, a faixa-título tem mais tantas influências do grupo norte-americano. “É muito louco falar sobre eles, é uma banda que eu ouço deste pequeno, e ter a oportunidade de tocar no mesmo lugar que eles foi inexplicável”, narrou, com um ar de fã, sobre a experiência do NX Zero ao lado dos californianos no Rock In Rio ano passado.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

NX Zero amadurece e inova em novo álbum


André HenriquesEsqueça o que já ouviu sobre NX Zero. Em Comum, que acaba de chegar às lojas, tem músicas diferentes, com pegada mais clean. O D+ conversou com os integrantes sobre a fase madura. Três anos após Sete Chaves, último disco de inéditas, Di Ferrero conta que foi a hora de experimentar. "Fizemos algo simples. Antes a gente só queria solar e eu cantava o mais alto possível. Agora pensamos na música como um todo."
A mudança de Di para o Rio de Janeiro (ele mora com a noiva Mariana Rios) também influenciou. A primeira música, Sem Hora para Voltar, foi composta com vista para o mar."O clima é diferente. Até citei frases de letras do Zeca Pagadinho e do Barão Vermelho." A distância entre ele e Gee (guitarrista) não atrapalhou. "Nos falávamos sempre por telefone. Quando vinha para São Paulo aproveitávamos o máximo."
O CD com 12 faixas pode ser dividido em mensagens de fé, reflexão e amor. Antes as composições eram feitas com base em situações reais. Agora, Di garante que não precisa mais viver para escrever. Ele se inspirou em Chico Buarque para compor Maré, que está nas rádios. "John Lennon dizia que para compor precisava sofrer e Paul McCartney inventava histórias."
O vocalista incluiu novos elementos. "Nossa essência está ali, mas fizemos testes porque nos sentimos mais seguros. Os fãs cresceram com a gente e esperavam novidades. Temos de arriscar e ousar", diz. A capa do CD foi feita pelo artista Flávio Rossi, que criou o desenho após ouvir as canções. Os meninos estão focados no trabalho e descartam projetos solos. "O NX é nossa vida e toma a maior parte do tempo, mas todo músico tem a sua hora", ressalta.

NX Zero lança novo CD


“Em Comum” é o título do novo álbum da banda NX Zero, que acaba de chegar às lojas pela Universal Music, o primeiro de inéditas do grupo em três anos.

“O disco está muito legal. Mostra uma fase mais madura da banda e o que há de melhor em cada integrante”, explica o vocalista Di Ferrero, observando que a experiência dos 11 anos de carreira trouxe vivência, quebrou preconceitos e culminou neste trabalho mais bem acabado.
Este novo álbum conta com 12 faixas e inspirou o novo site oficial de Di Ferrero (vocal), Daniel Weksler (bateria), Caco Grandino (baixo), Fi Duarte e Gee Rocha (guitarra).
“Sempre que lançamos um CD damos uma repaginada na nossa página na Internet. Dessa vez, está linda, com o cenário novo que vamos usar na turnê e com a arte da nossa capa, que é uma obra prima”, conta o cantor.
Todas as canções foram compostas por Di e Gee. “Escrevi boa parte dessas letras olhando para o mar. Estamos [o grupo] mais soltos, abertos a novos desafios e muito bem resolvidos”, explica o líder da banda, revelando que o primeiro single “Maré” já ganhou um clipe e também invadiu a programação de várias rádios no país.
Segundo Di, “Em Comum” é diferente de todos os álbuns que a banda já gravou, pois conta com histórias fictícias. “Sempre escrevia canções a partir de situações que vivenciava, nesse trabalho consegui compor através da minha imaginação. Algo que sempre quis fazer, mas não conseguia. Dessa vez deu certo e o resultado foi melhor que o esperado”, diz.

domingo, 2 de setembro de 2012

Em Comum garante consagração do NX Zero como ícones do rock Brasil

A banda NX Zero está apresentando “Em Comum”, sexto disco de estúdio da banda. O sucessor de “Projeto Paralelo” (2010) traz 12 faixas inéditas, entre elas, “Sem Hora pra Voltar”, “Hoje o Céu Abriu”, “Em Comum”, “Nada Mais é Como Era Antes” e o primeiro single, “Maré”. Com lançamento pela Midas Music/Universal, a produção do disco é assinada por Rick Bonadio.

“O disco foi gravado de um jeito diferente pois queríamos lançar algumas faixas no Itunes, e ai gravamos alguns singles que não iam entrar no álbum, mas depois as coisas foram ficando tão legais que partimos para o Midas (estúdio do produtor Rick Bonadio) e acabamos gravando um álbum inteiro. O resultado nos deixou muito feliz, pois marca uma nova mudança na nossa carreira”, conta o baterista Daniel.
O álbum traz uma evolução técnica ainda maior dos integrantes da banda, que há muito deixaram o ar de banda teen para se consagrar como um dos grandes ícones do rock nacional, angariando respeito de critica e de público. Mas um dos pontos positivos do NX Zero está em não perder a pegada, se manter firme no proposito de abalar quem ouve o som da banda.
As composições, que sempre foram ponto forte da banda, estão melhores e Em Comum está apresentando mais alma, mais cara de rock, mas rock maduro, rock do tipo: Nossa verdade está aqui, esperamos que gostem. Quem não tem de ao menos respeitar, pois há muito mais do que acordes soltos em distorções e pontes, há entendimento, e há visceralidade.
“O grupo todo procura sempre se aprimorar. O Caco é o mais preocupado de nós em fazer algo técnico e isso aliado a nossa liberdade e instinto faz com que a gente não perca a liberdade do rock. Além disso, nossas influencias e maturidade atuais, com cada um morando sozinho tendo uma vida em separado faz com que tenhamos muita coisa para juntar”, explica Daniel
O NX Zero está há 11 anos na estrada. A banda é formada por Di Ferrero (vocal), Daniel Weksler (bateria), Caco Grandino (baixo), Fi Duarte (guitarra) e Gee Rocha (guitarra). A discografia do NX Zero inclui “Diálogo?” (2004), “NX Zero” (2006), “Agora” (2008) e “Sete Chaves” (2009).
“Gostamos de vários projetos paralelos, mas nenhum de nós tem projeto paralelo, a gente traz tudo para dentro da banda”, diz Daniel sobre a possibilidade de um novo projeto.
A banda tem três apresentações consecutivas marcadas no Hangar 110, em São Paulo, nos dias 21, 22 e 23 de setembro. Fãs poderão sugerir as músicas dos setlists dos três shows através do site oficial da banda. Dia 30 de setembro a NX Zero será uma das principais atrações da segunda edição do festival NoCAPRICHO,

Fonte: vistolivre

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Conrado Grandino conta as novidades do novo álbum “Em Comum”


O som de um grupo consolidado. Assim vemos o novo momento do NXZERO em seu novo álbum “Em Comum”. Em uma entrevista para o Portal Fama, Conrado (baixo) da banda NXZERO respondeu algumas perguntas para nosso Repórter Will Alexandrino sobre o novo trabalho que já está nas lojas de todo Brasil.
Porque o nome do Cd é Em Comum?
Conrado: Nós possuímos diversos olhares e objetivos sobre abanda. Em Comum mostra um novo momento em nosso trabalho, onde depois de 10 anos estamos mais maduros e tranquilos com relação ao NxZero: O Di Evoluiu também como compositor nós enquanto músicos.. Enfim..
E a música Em Maré, conseguimos ver que ela tem um ritmo diferente, um som bacana que lembra Led Zeplin..
Conrado: Sim este som surgiu das viagens do Di para o Rio.. Acho que ele olhando tanto as ondas do mar se inspirou em um som mais tranquilo e relax.. mantendo a pegada do NX.
Conta pra gente como foi a turnê de vocês no Japão, achei incrível a recepção que vocês já tiveram no aeroporto..
Conrado: Sim na verdade nosso contato começou através de um contato que nos falou muito sobre a grande colônia brasileira que temos no Japão. Foi a primeira turnê internacional do Nx Zero, Então nos empenhamos em fazer um supershow com um repertório que contemplasse nosso projeto como um todo.
Nós recebemos uma grande quantidade de perguntas sobre as composições latino-americanas. Como o Nx está pensando a América latina?
Conrado: Olha cara já gravamos algumas composições porém nunca um cd completo porque é complexo e nós gostamos de fazer tudo step by step para sempre termos um trabalho de qualidade. Mas claro após toda esta fase os fãs podem esperar novidades do NX Zero
Para encerrarmos gostaria que você deixasse um recado para todos seus fãs que acompanhao o trabalho de vocês através do Portal Fama:
Conrado: Eu em nome de todo Nx, gostaria de mandar um super beijo eespero que vocês curtam muito este nosso novo álbum que chega com muita novidade e um Nx Zero mais maduro e certo de que está fazendo um super trabalho para vocês.
O NXZERO realmente apresenta um álbum mais maduro, com faixas agradáveis e arranjos primorosos. Para você que é fã ou para você que não acompanha vale a pena ouvir este trabalho de boa qualidade musical.

Meninos do NX Zero contam o que mais gostavam de fazer na adolescência


MONTAGEM
Parece que o tempo voou. Ou vai dizer que você não lembra exatamente da época em que os meninos do NX Zero eram iguais às fotos acima?
As roupas coloridas e os acessórios despojados que marcavam o estilo teen ficaram de lado. Hoje, os integrantes da banda já estão bem mais velhos. Na realidade, nem tanto assim.
Afinal, o jeito descontraído que sempre foi parte da personalidade de Di Ferrero, Gee, Dani, Caco e Fi foi uma das coisas que não mudou ao longo desses anos.
Mas, do que será que eles sentem mais saudade da época da adolescência? Durante uma entrevista ao R7, alguns dos músicos do NX revelaram quais eram as coisas que eles mais gostavam de fazer na juventude.
Gee surpreendeu os colegas ao dizer que um dos momentos que ele mais gostava da época teen era...ir à escola! Acredite, é verdade.
— Parece estranho, mas eu queria muito voltar a ir pro colégio. Eu adorava, curtia bastante encontrar meus amigos! E também gostava de assistir Chaves deitado no sofá. [risos]
Di Ferrero conta que sente falta de novidades.
O vocalista do NX Zero ainda revelou que tem ótimas lembranças das descobertas que fez quando era mais jovem.
— Sinto falta das primeiras sensações, quando tudo era novo. Primeiro amor, primeira vez que eu ouvi Beatles. Coisas desse tipo deixam bastante saudade...
Na opinião do Dani, uma das coisas mais gostosas da juventude era o descompromisso. Pra ele, não tinha nada melhor do que ficar de bobeira em casa e tirar um cochilo.
— Tenho saudade de almoçar e poder dormir à tarde. Sabe aquela coisa de você deitar sem ter hora pra acordar? A melhor coisa era cair no sono sem nenhuma preocupação!
Ao final da conversa, aos risos, Caco ainda aproveitou para entregar os amigos:
— Olha, todo mundo aqui aprontou muito na adolescência. Afinal, tem que ter história pra contar, né?


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Com 'Em Comum', Nx Zero busca a renovação sem rejeitar o passado: "É bom se reinventar"

Nx Zero nunca negou as próprias raízes. Mesmo criticados e ridicularizados como pioneiros do "movimento emo" no Brasil - responsabilidade que eles garantem nunca ter assumido - Di Ferrero (vocal), Gee Rocha (guitarra), Daniel Weksler (bateria), Caco Grandino (baixo) e Fi Duarte (guitarra) não tiveram vergonha de assumir as influências de pop punk e hardcore melódico, e há mais de dez anos buscam construir a identidade própria do pop rock que os popularizou.
Neste mês chega às lojas Em Comum, o quarto álbum da banda desde a estreia por uma grande gravadora, no momento em que o grupo se sente mais confortável em ser exatamente o que é.

"O jeito que esse disco veio foi tão natural, tão bom, tão simples, e isso resume o nosso clima agora", explica o vocalista e letrista Di Ferrero, paulistano nato, e atual residente no Rio de Janeiro.

"Durante a composição do disco, eu travei por um mês, porque tava tudo tranquilo, tudo bem. Pela primeira vez neste disco, eu imaginei a situação e escrevi a letra depois, como uma mãe que tira as rodinhas da bicicleta para a criança aprender a andar sozinha", filosofa.

Di adotou o Rio como morada para ficar mais perto da namorada, a atriz Mariana Rios, e a vista para o mar o inspirou a buscar novas influências nas letras; Zeca Pagodinho e Barão Vermelho são citados logo nos primeiros compassos da faixa de abertura do disco, o rock à la Foo Fighters Sem Hora Pra Voltar.

Nas doze faixas de Em Comum, todas as marcas registradas da banda estão presentes: as letras de amor, as vocalizações "uô-uô", as linhas de guitarras bem arranjadas e os refrões grudentos. Mas mesmo nos momentos mais tensos do álbum, como a pesada Guerra e Paz, a banda soa mais leve, solta e bem-humorada. Seria a maturidade se aproximando, após o aniversário de dez anos da banda?

Na entrevista a seguir, a banda disseca o novo álbum, as novas influências, e deixa claro o desejo de permanecer entre os grandes por muito tempo. Orgulhosos da própria trajetória, os cinco integrantes do Nx Zero demonstram estar felizes em serem quem são, e asseguram que não pretendem mudar para agradar quem insiste em não ouvir o que eles têm a dizer.

Virgula Música - Em Comum soa mais livre que os discos anteriores de vocês, e passa a impressão de que esta é uma nova fase para a banda. Vocês tomaram uma decisão consciente de explorar outra sonoridade?

Di Ferrero: Quando gravamos o DVD [Multishow Ao Vivo 10 Anos, lançado no ano passado], já saímos diferentes do palco. A gente não começou a pensar em um disco novo, mas vimos que uma etapa tinha sido concluída, como se começasse outra parada agora. Já são dez anos, tantas coisas aconteceram, e a gente tava muito mais seguro pra fazer o disco novo.

Daniel Weksler: Um dia o Gee ligou para a gente e falou: "Pô, tava na praia e fiz uma bossa nova", e todo mundo ficou meio assim... E aí a gente escutou a música, e era uma música linda, não importou se era uma bossa nova ou não. Maré, a primeira música de trabalho, saiu disso. Tem a quinta música do disco, Espero Um Sinal, que saiu meio R&B, uma coisa com mais groove, e a gente não quis bloquear nada.

Di Ferrero: A gente sempre ouviu coisas diferentes, não só no rock. E agora a gente conseguiu explorar mais isso. A gente pensou nas músicas como uma pessoa só. É normal o Dani querer fazer todas as viradas do mundo, eu cantar o mais difícil, o mais alto que eu puder, para chegar ao meu limite, as guitarras solando. Mas a gente parou e pensou que não precisava disso.

Virgula Música - A influência de música brasileira é mais evidente neste disco. Tem sonoridade que remete a O Rappa, citação de Zeca Pagodinho, o groove que vocês citaram, etc. Vocês acham que nesta nova fase vocês estão olhando mais para o Brasil, para a música brasileira?

Caco Grandino: Acho que a gente sempre buscou muitas referências daqui. A gente gosta muito de Paralamas do SucessoO Rappa, e tem a própria convivência com essa galera.


Di Ferrero: O maior motivo foi esse. Tocar junto com os caras nos festivais, conhecer todo mundo. A gente já ouvia, mas a partir do momento em que você começa a conviver com os caras, mexe mais ainda do que antes. Ultimamente eu ouvi muita coisa dos anos 1980 - nasci em 1985, e claro que não era a minha geração - mas passei a ouvir essas bandas com outro ouvido, meio que com nostalgia. A gente teve até ideia de outros nomes para o disco, alguma coisa mais brasileira, porque realmente a gente achou que esse disco tá uma onda mais [voltada] para o Brasil, mesmo.


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Guitarrista da banda NX Zero fala sobre o novo disco, carreira e mais


No que diz respeito a parte textual, o NX deixa claro que há a influência de nomes consagrados da música brasileira. A maneira como algumas letras foram escritas, remete ao trabalho de gente como Nando Reis, Herbert Vianna, Renato Russo e Chico Buarque.A banda Nx Zero acaba de lançar o disco “Em Comum”, o seu quinto trabalho de estúdio. Sob a batuta do produtor Rick Bonadio, o quinteto paulistano gravou 12 canções que possuem uma sonoridade mais clean e letras menos densas.  Há, por exemplo, músicas que falam sobre questões cotidianas, família e momentos que o grupo vivenciou ao longo destes pouco mais de dez anos de estrada. Em um bate-papo com o Cifra Club News, o guitarrista Gee Rocha falou sobre os processos de concepção do novo álbum.

1- São três anos entre o lançamento de “Sete Chaves” e “Em Comum”. Por que ficamos tanto tempo sem material inédito do NX?
Gee Rocha: lançamos “Sete Chaves”, que foi bem bacana, e só trabalhamos duas músicas desse disco porque logo em seguida veio o “Projeto Paralelo”, que é um disco com músicas nossas remontadas por rappers. Depois desse trabalho, nós fizemos o “NX Zero 10 anos”, que foi ano passado. Completamos 10 anos e não tínhamos nenhum trabalho ao vivo! Ficamos esse tempo todo sem música inédita; a cabeça começa a pensar diferente e como é um tempo de três anos, parece curto, mas é o suficiente para dar um passo diferente dos outros discos. É isso que sentimos nesse novo disco: naturalmente começamos a fazer coisas diferentes dos outros álbuns. A forma de pensar sobre a composição das músicas.
2 – O que o público pode esperar do NX na turnê de divulgação? Vocês vão priorizar o disco novo ou mesclarão algumas músicas novas com os hits consagrados dos discos anteriores?
Gee Rocha: quando for um evento só nosso, nós iremos fazer o show “Em Comum”, que já está pronto. Vai ter cenário, inclusive. Nós estamos priorizando fazer um espetáculo, pois queremos evoluir nessa questão. Quando for feira ou show de prefeitura – desses que a galera espera o ano inteiro pra curtir a festa da cidade -, não tem como deixar de tocar as músicas que se tornaram conhecidas nas rádios. E ainda tem o show “Set List”, que vai rolar durante os dias 20, 21 e 22 de setembro. Vamos fazer o show que é montado pelos fãs. A pessoa vai até o nosso site e escolhe o repertório que ela quer que a gente toque.

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